Quando os EUA e Israel decidiram atacar o Irã, ficou claro que a conta iria passar por todo o mundo.
Agora, mais de 30 países se uniram para abrir as torneiras do “ouro negro” e tentar evitar que os preços subam descontroladamente. Isso e muito mais na edição de hoje.
Boa tarde.
No Espresso de hoje, você vai ver: Senado aprova criação de novos cargos no Poder Executivo, com impacto de R$ 5,3 bilhões; Usuários de canetas emagrecedoras estão comendo mais chocolate — não menos;
O planeta nunca viu tanto petróleo sendo liberado de uma só vez como agora | Mundo (The Wall Street Journal)
Essa é a maior ação da história da agência.
Para se ter ideia, o volume é mais que o dobro da última intervenção, quando foram liberados 182M de barris após a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Com o risco de navios não conseguirem passar pela região, ainda mais com a recente suspeita da instalação de minas explosivas iranianas, o mercado teme a falta da commodity.
Como resultado, o preço do barril de petróleo passou dos US$ 100 pela primeira vez em quatro anos — e as projeções indicam novas altas.
Hoje, cada país-membro da AIE é obrigado a manter petróleo para situações de crise, e a agência conta com mais de 1,2 bilhão de barris em estoque.
Ou seja, se o conflito continuar e o transporte de petróleo seguir bloqueado, os preços podem voltar a subir.
Congresso aprova pacote bilionário de novos cargos no governo | Brasil (ND Mais) O Senado deu sinal verde para um projeto que reorganiza carreiras, aumenta salários e cria mais de 17 mil novos cargos no Serviço Público Federal.
Só o MEC deve receber mais de 16 mil vagas, incluindo professores, analistas e técnicos para universidades e institutos.
Além disso, o texto prevê mais 1.500 postos no Ministério da Gestão e novos cargos na Anvisa, no Ipea e no Ministério da Cultura.
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Parte do dinheiro depende da criação de novos institutos federais e da realização de concursos públicos.
Os outros R$ 4,2 bilhões são destinados a reajustes salariais e à reestruturação de carreiras que já existem.
A justificativa é que várias áreas do serviço público estão com déficit de pessoal e precisam de modernização na estrutura de carreira — especialmente na educação.
Apple dá bye-bye para a China para ficar no “made in India” | Tecnologia
(Bloomberg) Desde o momento em que lançou o primeiro iPhone em 2007, a Apple escolheu a China como seu lar doce lar para a fabricação dos smartphones.
Agora, essa realidade está mudando pra valer.
Só no último ano, a fabricação dos smartphones da companhia em solo indiano cresceu mais de 50%, mostrando que a empresa está acelerando a mudança de sua cadeia de produção.
No começo, só os modelos mais antigos eram montados lá.
Agora, toda a linha recente de iPhones se mudou para lá, incluindo as versões mais premium.
Além disso, diferente do que acontece na China, onde as vendas têm caído, a Apple tem caído na graça dos indianos.
No ano passado, o iPhone 15 foi o smartphone mais vendido no país — superando os aparelhos da Samsung.
No fim das contas, a chegada da produção dos iPhones à Índia pode incentivar outras big techs a investirem no país, tornando-o um novo polo industrial global.
Hora do nosso tradicional tour pelas manchetes mundo afora
Em guerra com o anfitrião: Seleção do Irã não participará da Copa do Mundo da FIFA
R$ 65 bilhões em dívidas: Cosan diz que recuperação extrajudicial da Raízen não afeta a companhia
Onde a tecnologia conversa entre si: Meta compra Moltbook, rede social voltada a agentes de IA
De volta à bolsa: Pershing Square, de Bill Ackman, entra com pedido de IPO nos EUA mirando US$ 10 bilhões
Eleições chegando… YouTube dá a figuras políticas e jornalistas acesso à ferramenta de detecção de deepfakes de IA
Bateu recorde: Dívida externa do Brasil se aproxima de US$ 400
Pelo visto, as canetas emagrecedoras não acabam com o amor por chocolate… | Negócios (The Grocer) Quando as chamadas “canetas emagrecedoras”, como o Ozempic, explodiram em popularidade, a indústria de alimentos virou de cabeça para baixo.
Mas a realidade está sendo bem diferente, principalmente para quem vende chocolate.
Uma pesquisa de mercado da Lindt mostrou que 15% das famílias americanas já usam esses medicamentos.
Ao mesmo tempo, esse grupo é responsável por 17,5% de todas as vendas de chocolate no país — consumindo, proporcionalmente, mais doce do que quem não faz uso das canetas.
Na prática, essas pessoas passam a consumir “pequenas indulgências”, como, por exemplo, um pedaço de chocolate.
Em vez de encolher o mercado de doces, os remédios para emagrecer podem empurrar consumidores para “recompensas gourmet”.
O ano em que o agronegócio entrou em modo recuperação judicial | Economia (Brasilagro)
Em 2025, o setor agrícola registrou 1.990 pedidos, o maior número desde a pandemia.
Ou seja, esse é um forte indicativo de que os negócios do campo no país estão fragilizados, com produtores e empresas em dificuldade.
“Uma tempestade perfeita.” Se há alguns anos o cenário era de alta demanda e preços valorizados das commodities, agora o país enfrenta queda nos preços, juros elevados e custos de produção mais altos.
Em outras palavras, mesmo colhendo muito, o agro brasileiro está ganhando menos, gastando mais e se endividando em níveis recordes. Acontece no agro, o país sente
Para este ano, a expectativa é de uma supersafra, mas a alta do petróleo pode pressionar a inflação global — o que limitaria a queda da taxa de juros e adiaria o alívio que o campo tanto espera.
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