Os “centauros da nova geração” 🤖

A turma do Vale do Silício está tão empolgada com as novidades da inteligência artificial que está dizendo que nós, meros mortais, devemos nos tornar “centauros” em breve. Mas, calma, diferente da mitologia tradicional, aqui a sacada é ser “metade humano, metade máquina”. Na edição de hoje, você entende como a bola da vez da IA vai muito além dos chatbots.

Boa tarde.

No Espresso de hoje, você vai ver: Com clima seco e fenômenos climáticos, conta de luz deve disparar em 2026; Ecoturismo se torna ferramenta de preservação animal; Brasil acaba sendo o maior beneficiado com nova alíquota global de Trump.  

 Seu biscoitinho da sorte
Tudo o que está atrás de nós nos empurra para a frente Amy Novogratz

| Mundo
(Al Jazeera)
Irã e Rússia fizeram um acordo sobre mísseis debaixo dos panos
Tudo no sigilo: No fim do ano passado, o Irã fechou um acordo secreto com a Rússia para comprar milhares de mísseis por cerca de 500 milhões de euros.

O contrato prevê a compra de 500 lançadores portáteis chamados “Verba” e 2.500 mísseis do modelo “9M336”.
Todos são equipamentos modernos capazes de derrubar aeronaves de baixa altitude, drones e mísseis de cruzeiro, mas o grande diferencial do sistema Verba é a mobilidade.

Basicamente, ele é operado por equipes pequenas e não depende de radares fixos, que são alvos fáceis em guerras — tornando a defesa mais difícil de destruir em um ataque.

Olhando além da manchete: Nos últimos anos, o Irã também forneceu drones e mísseis para a Rússia usar na guerra contra a Ucrânia — ou seja, a troca de favores é mútua.

Além disso, como Moscou não ajudou Teerã nos conflitos com Israel, agora a Rússia busca reconquistar a confiança do Irã.

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É melhor ir preparando o bolso para pagar a conta de luz | Brasil (O Globo) Depois de ser o “vilão” da inflação em 2025, a energia elétrica não vai dar uma folga tão cedo.

O que está acontecendo? As projeções para este ano indicam que a conta de luz deve subir entre 5,1% e 7,95% — acima da inflação projetada em 3,95%.

No pior cenário, a tarifa residencial pode ficar quase 8 pontos percentuais acima da inflação.

O que está por trás disso? O Brasil depende muito das hidrelétricas para gerar energia.

Ou seja, quando chove bem, os reservatórios ficam cheios e a luz fica mais barata.

Já quando a seca chega, o sistema precisa acionar as usinas termelétricas — que funcionam com carvão, gás natural e diesel e custam muito mais caro.

O problema é que os reservatórios estão abaixo da média histórica e, além disso, o Brasil deve passar do fenômeno La Niña — que traz mais chuva — para o El Niño, que provoca seca no Norte e no Nordeste do país.

E por falar em conta… O Brasil opera sob o sistema de “bandeiras” na conta de luz. Hoje, estamos em bandeira verde — o que significa que não há cobrança extra.

Mas especialistas preveem que, a partir de abril ou maio, ela pode mudar para amarela e, de junho em diante, pode ficar vermelha por vários meses, por causa do El Niño.

Na prática, isso provocaria um aumento de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos. Como referência, uma casa em uma cidade do país consome aproximadamente entre 150 kWh e 200 kWh por mês.

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No Vale do Silício, a IA está virando um “centauro da nova geração” | Tecnologia (Sarah Grillo)

A nova era da tecnologia: Os maiores empreendedores e empresas do mundo tech perceberam que o futuro da inteligência artificial está nos agentes — e não mais nos chatbots.

Diferente dos chats comuns que você usa no navegador, os agentes têm “mãos digitais” para acessar seu computador, gerenciar arquivos, rodar programas e até enviar mensagens.

O papo dos corredores no Vale do Silício: Não por acaso, especialistas chamam o atual período de “a fase centauro” da inteligência artificial.

O nome é uma referência ao ser mitológico, metade humano, metade cavalo.

Acontece que, agora, um humano junto com uma IA formam uma dupla mais poderosa do que qualquer pessoa trabalhando sozinha.

Eis o X da questão: Na visão do próprio CEO da Anthropic, em alguns anos a IA pode superar até as melhores equipes humanas, operando de forma totalmente independente.

Gigantes como Google, xAI e a própria Anthropic entraram em uma corrida por agentes cada vez mais poderosos.

Ao mesmo tempo, grandes investidores e executivos relatam que já delegam até 20% das tarefas internas de suas companhias a essas ferramentas.

O panorama atual: Os agentes de IA já são realidade e funcionam especialmente para quem programa — fazendo da engenharia de software o primeiro laboratório dessa transformação.

A pergunta agora é quando os agentes vão se espalhar para outras áreas — e qual será o impacto no mercado de trabalho, é claro.

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O nosso primeiro tour pelas manchetes relevantes da semana

Cartel revidou com violência: Narcotraficante mais procurado do México é morto em operação militar

Mais um que cai: Ex-embaixador britânico nos EUA é preso por envolvimento no caso Epstein

Citaram “elasticidade excessiva”: OAB envia manifestação a Fachin pedindo o fim do inquérito das fake news no STF

Maior potência mundial: Shutdown do governo pesa, PIB dos EUA desacelera e fecha 2025 em 2,2%

Pergunta lá no… Grupo Ultra contrata BTG para vender a Ipiranga

Aporte de US$ 100M cada: American e United ficam com 16% da Azul após plano de recuperação

          Observar uma onça pode acabar salvando uma floresta inteira | Negócios (Bonitour) Quando pensamos em turismo na natureza, geralmente imaginamos fotos bonitas e aventura, mas, principalmente na África, essa indústria está assumindo um papel muito mais nobre e estratégico.

Uma pausa para o contexto: Por muito tempo, safári era sinônimo de espingarda e troféu na parede. Entre o final do século XIX e a primeira metade do século XX, as elites europeias e americanas atravessavam a África em expedições que dizimavam faunas inteiras — tudo por esporte.

A hora da virada: Acontece que, nas últimas quatro décadas, o mundo descobriu que observar os animais vivos pode gerar muito mais dinheiro do que abatê-los.

Para se ter ideia, o safári de observação — aquele em que você só olha, fotografa e se encanta — responde hoje por 7% do PIB médio africano.

Só em um ano recente, US$ 42,6 bilhões foram injetados no continente pelo turismo de natureza.

Olhando para o todo, a África conta atualmente com cerca de 7 mil áreas protegidas e recebe 5 milhões de visitantes por ano em reservas naturais.

É uma tendência global: Hoje já é possível observar ursos polares no Canadá, pandas na China, elefantes na Tailândia e pássaros na Colômbia — todos em seus habitats naturais.

Com isso, o mercado global de ecoturismo foi avaliado em US$ 298 bilhões em 2025 e pode chegar a US$ 1,1 trilhão até 2034.

Como se não bastasse, o turismo baseado na natureza impulsiona cerca de 8 bilhões de visitas únicas por ano a áreas protegidas que cobrem 17% do território global.

Bottom-line: A lógica do modelo é transformar a vida selvagem em ativo econômico — mas de forma sustentável.

Afinal, quando a comunidade local ganha dinheiro com a preservação, passa a ter incentivo para proteger o ecossistema.

No Brasil, projetos ligados a biomas como Pantanal e Amazônia vêm adotando essa lógica.

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O Brasil acabou levando a melhor com a nova tarifa do Trump | Economia (Financial Times)

Uma decisão que virou o tabuleiro: Enquanto você aproveitava os últimos dias do “pós-Carnaval”, Donald Trump anunciou uma tarifa global de 15% sobre importações para os EUA.

A medida veio depois que a Suprema Corte americana declarou ilegal o famoso “tarifaço” que ele havia imposto anteriormente.

Mas a grande surpresa foi que, de acordo com levantamentos de agências internacionais, o Brasil vai ser o maior beneficiado entre todos os países com a nova alíquota.

Os números da virada: Antes da decisão judicial, o Brasil tinha tarifas médias de cerca de 26,3% sobre seus produtos exportados para os EUA. Com a nova tarifa de 15%, essa média cai para 12,8%.

Isso representa uma redução de 13,6 pontos percentuais na alíquota média — a maior queda entre todos os países analisados.

Na sequência, as economias mais beneficiadas são a da China — com redução de 7,1 pontos percentuais — e a da Índia — com queda de 5,6 pontos percentuais.

Mas nem todo mundo ficou feliz: Os países que tinham acordos comerciais com os EUA e, portanto, pagavam tarifas mais baixas, acabaram sendo os mais prejudicados pela nova regra universal.

Reino Unido, Itália e Singapura, por exemplo, vão pagar alíquotas médias mais altas do que antes.

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