Você com certeza já ouviu falar que somos o “país do futuro”, mas o que você talvez não saiba é que, depois de anos de expectativa, o tal do futuro parece enfim ter chegado — pelo menos quando falamos de terras raras.
Na edição de hoje, você descobre como o Brasil está à frente das maiores potências do mundo na corrida pelos minerais mais cobiçados dos últimos tempos e como isso pode nos render alguns bilhões.
Boa tarde.
No Espresso de hoje, você vai ver:
Pela primeira vez na história, a OTAN pode brigar entre si | Mundo (Reuters) Se antes o Ártico era uma região um tanto quanto esquecida do nosso planeta, conhecida apenas por seus ursos polares e paisagens cobertas de neve, agora ele é o pivô de uma importante crise geopolítica.
Líderes europeus da aliança militar do Ocidente têm avaliado o envio de tropas para o território para impedir qualquer aproximação das forças armadas dos EUA.
Desde que voltou à Casa Branca, Trump tem insistido que quer transformar a região em território americano — seja por “questões de segurança” ou por ela ser um “ativo estratégico”.
Para se ter ideia, a Casa Branca cogita pagar até US$ 100 mil por habitante da ilha para convencê-los a se separarem da Dinamarca — algo que os europeus veem como inaceitável.
Esse movimento marca a primeira vez em que países membros da aliança militar construída para proteger os interesses do Ocidente ficam perto de entrar em guerra entre si.
Além disso, a ilha é rica em minerais raros, usados nos principais dispositivos tecnológicos. Como se não bastasse, a região tem uma base militar americana, e as rotas marítimas do Ártico são consideradas estratégicas para o transporte de produtos entre a Ásia e a Europa.
O Brasil está com a faca e o queijo na mão para virar uma potência dos minerais | Brasil (BBC)
O nosso país tem o privilégio de poder dizer que já largou na frente em uma das principais corridas do século XXI: a das terras raras.
Além de fazerem praticamente todo eletrônico funcionar — inclusive por onde você está lendo a gente —, esse grupo de minerais é essencial para a transição energética.
O problema é que hoje a oferta é limitada — e muito concentrada. Não por acaso, o mundo ocidental busca, de todas as formas, reduzir a dependência da China — que domina cerca de 90% do mercado mundial.
O Brasil tem a 2ª maior reserva de terras raras do mundo. (TV Globo) Pensando nisso, o governo brasileiro enviou uma delegação para o maior evento mundial sobre mineração, que acontece na Arábia Saudita.
Acontece que o Brasil parou no meio do caminho. Ao mesmo tempo em que temos muitas reservas desses minerais, a produção refinada em solo nacional é baixíssima.
Para se ter ideia, uma tonelada de minério de lítio pode valer cerca de US$ 800, mas o lítio já refinado, pronto para baterias, pode ultrapassar US$ 8 mil.
O Congresso discute a criação de uma Política Nacional de Minerais Críticos, que conta com incentivos fiscais, regras mais claras e estímulos ao refino no país.
Além disso, o BNDES criou um fundo de R$ 1 bilhão para financiar projetos de mineração ligados à transição energética.
O “sol artificial” da China está fazendo o mundo sonhar com energia ilimitada | Tecnologia (Global Times) Imagine pegar o poder que só o Sol tem e conseguir trazê-lo para a Terra — e ainda de forma limpa e quase infinita.
Diferente das usinas nucleares tradicionais que temos hoje em dia, que usam fissão, a fusão nuclear pode gerar energia quase ilimitada, com pouquíssimo lixo radioativo e nenhuma emissão de gás carbônico.
Basicamente, ela une dois átomos leves e os transforma em um único átomo mais pesado. Durante esse processo, uma quantidade colossal de energia é liberada.
O grande problema é que, para isso acontecer, são necessárias temperaturas absurdamente altas para manter a matéria em um estado chamado “plasma”, de forma estável — sem explodir o reator.
Os cientistas ultrapassaram o chamado Limite de Greenwald — uma espécie de “linha vermelha” que dizia até onde dava para ir antes de o plasma ficar instável e acabar com a reação.
O EAST operou entre 1,3 e 1,65 vezes acima desse limite por mais de 6 minutos — algo que, até então, parecia inviável.
Com o princípio físico provado e dominado, o desafio agora é a engenharia necessária para construir usinas comerciais de produção.
O que mais aconteceu de relevante no Brasil e no mundo? Um preso de 26 anos: Irã marca para amanhã primeira execução de manifestante
Ainda sobre o Irã…
Trump diz ter cancelado qualquer diálogo com o país e insta manifestantes a “tomar instituições”
Tratamento revolucionário: Anvisa aprova lenacapavir, medicamento em injeção semestral para prevenção do HIV
“Um iPhone novo ou alguns quilos a menos? Demanda explode e Brasil já importa mais caneta emagrecedora que celular
Tensão com Trump: Banqueiros centrais ao redor do mundo se unem em defesa de Jerome Powell Também elogiou o BC: Haddad diz que caso do Banco Master pode ser a “maior fraude bancária da história do Brasil”
Fazer exercício pode ser tão eficaz quanto a terapia para a saúde mental | Negócios (PeopleTalk) Se aquele seu amigo que não sai da academia já te falou que malha porque faz bem pra cabeça, agora você sabe que ele não estava de papinho furado.
Em comparação com os antidepressivos, os resultados também foram parecidos — embora as evidências, nesses casos, sejam um pouco menos certeiras.
Os 73 ensaios clínicos, com mais de 5 mil adultos, mostraram que atividades leves ou moderadas funcionam melhor do que treinos muito intensos.
Isso acontece porque exercícios muito pesados podem, em alguns casos, fazer mais gente desistir.
No final, o que importa mesmo é manter a regularidade.
Os próprios pesquisadores deixaram claro que o exercício não substitui o tratamento médico, principalmente em casos mais graves.
Mas, no fim das contas, treinar é um recurso poderoso, barato e pouco explorado, que pode complementar — e, em alguns casos, até se igualar — às abordagens tradicionais.
A depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo, com as taxas aumentando drasticamente nas últimas décadas.
Ou seja, é importante que cada vez mais gente saiba que o primeiro passo pode ser se movimentar.
As novas tarifas de Trump miram o Irã, mas podem atingir o Brasil de raspão | Economia (O Globo)
A medida vem como forma de retaliação ao regime iraniano — que vem reprimindo com violência as maiores manifestações que o país já viu em quase 20 anos.
A coisa começa a complicar para o nosso lado quando lembramos que o Brasil tem uma relação comercial importante — mas não gigantesca, é verdade — com o Irã.
O nosso país vende muito mais para o Irã do que compra.
Em 2025, nossas exportações para o país persa foram de US$ 2,9 bilhões, sendo a maioria de milho, soja e açúcar.
Já as compras de produtos iranianos ficaram na casa dos US$ 84 milhões, principalmente ureia — usada em fertilizantes —, pistache e uvas secas.
Ou seja, o Brasil tem um grande superávit com o Irã.
Ainda não está claro se a tarifa de 25% vai atingir todos os produtos que o Brasil vende para os EUA, caso o nosso país continue negociando com o Irã.
Se esse for o caso, produtos brasileiros em solo americano podem ficar mais caros e menos competitivos — isso sem falar no impacto para as nossas exportações.
O governo brasileiro ainda não se manifestou, já que está avaliando como agir. Vale lembrar que, caso o Brasil rompa com o Irã, o impacto pode ser também político — já que o país passou a integrar os Brics.
Ei, não precisa fazer da gente um segredo
Então saiba que quando você recomenda o Espresso, você passa a somar pontos para resgatar as nossas recompensas exclusivas de graça.
Simples assim:
Quanto mais você indica → mais pontos você ganha → mais recompensas são enviadas.
Ah, e lembre que a turma indicada precisa confirmar a inscrição por aqui
Ao participar, você automaticamente concorda com os Termos e Condições do nosso programa.
O que você achou do Espresso de hoje?
Boas sacadas Meio arrastada
Quer a história da sua marca contada do jeito Espresso de ser? Então clique aqui. espresso 228 Park Ave S, #29976, New York, New York 10003, United States Alimentado por beehiiv Terms of Service
Continue sempre bem informado acessando nossos portais:
-
Jornal Dia Dia –
Sua fonte confiável para as melhores notícias e artigos úteis. Fique por dentro dos acontecimentos mais importantes, dicas práticas e conteúdos de qualidade. -
Jornal Brasil Regional (JBR) –
O pulso do país em tempo real. Notícias nacionais, regionais e internacionais com ética e credibilidade. -
Castilho Notícias (News) –
O seu diário local com cobertura de Castilho e Região (SP). Jornalismo com credibilidade. -
Casa e Jardim –
Dicas exclusivas sobre decoração, jardinagem, arquitetura, DIY, reformas e muito mais. Tendências, soluções práticas e ideias criativas para todos os estilos e orçamentos. -
B10 Brasil –
As principais notícias, análises e insights sobre negócios, economia e soberania nacional. Conectando o Brasil ao mundo com inteligência e estratégia.
Sou Valdei José, jornalista profissional e editor-chefe do Castilho Notícias (News).
Com foco na apuração local, dedico-me a cobrir os fatos de Castilho e Região (SP) com o máximo de transparência e rigor ético. Minha experiência é formalizada sob o Registro Profissional MTE 1134/MS, garantindo a alta autoridade do nosso jornalismo.
Minha missão é trazer a verdade com credibilidade para a comunidade.
Além da cobertura local, sou parte da equipe do portal nacional Jornal Brasil Regional (JBR.JOR.BR), reforçando nosso compromisso com a qualidade em todo o país.
Áreas de Expertise: Política Municipal, Segurança Pública, Meio Ambiente, Educação e Cultura, Agricultura e Desenvolvimento Agrário.
Contato Profissional: contato@andradina.jor.br
https://www.linkedin.com/in/valdei-jose-jornalista/
