Integração de novos cultivos contribui para melhoria da saúde do solo e quebra de ciclos de pragas e doenças, favorecendo a sustentabilidade no campo
Projeto com mungu preto Rio Verde, 26 de fevereiro de 2026
– As chamadas culturas alternativas têm conquistado relevância nos sistemas produtivos brasileiros, especialmente no Cerrado, ao se apresentarem como uma estratégia eficiente para diversificação, mitigação de riscos e fortalecimento da sustentabilidade no campo.
Diferentemente das culturas que tradicionalmente ocupam o eixo central da produção regional, como soja, milho, cana-de-açúcar e algodão, esses cultivos vêm sendo incorporados de forma estratégica por produtores que buscam maior equilíbrio agronômico e econômico.
Entre as culturas alternativas estão feijão, arroz, sorgo, milheto, gergelim, amendoim, trigo tropical, nabo forrageiro, braquiárias e outras plantas de cobertura, que se adaptam a diferentes janelas e sistemas de produção. O calendário produtivo dessas culturas é outro ponto estratégico.
Muitas delas são implantadas na safrinha, no vazio sanitário ou em janelas específicas entre as culturas principais, aproveitando ciclos mais curtos, com plantio logo após a colheita da soja e colheita antecipada. Essa dinâmica permite melhor uso da área, da infraestrutura e dos recursos disponíveis ao longo do ano agrícola.
Clique Para Download Lavoura de sorgo De acordo com Diego Braga, consultor de Desenvolvimento de Mercado da Conceito Agrícola, a diversificação vai além do aspecto econômico.
“As culturas alternativas desempenham um papel fundamental na construção de sistemas produtivos mais equilibrados, pois contribuem para a melhoria da saúde do solo, a quebra de ciclos de pragas e doenças e o aumento da matéria orgânica, potencializando os resultados das safras seguintes e tornando os sistemas mais eficientes e resilientes”, afirma.
A relação das culturas alternativas com as principais ocorre de forma complementar. Um manejo bem planejado favorece a estruturação do solo, o desenvolvimento radicular da soja e do milho e a redução da pressão de patógenos, promovendo maior estabilidade produtiva ao longo das safras.
Mesmo diante de desafios climáticos, como irregularidade de chuvas e temperaturas elevadas, muitas culturas alternativas apresentam maior rusticidade e tolerância a estresses, funcionando como importantes aliadas na mitigação de riscos.
Novas oportunidades no campo
Dentro dessa visão de inovação e diversificação, o Grupo Conceito inicia um projeto com o mungo preto, uma cultura de segunda safra voltada especificamente ao consumo humano.
Trata-se de um tipo de feijão amplamente utilizado na Índia e que pode se tornar uma alternativa economicamente mais rentável do que outras opções de segunda safra, com foco na exportação do grão.
A cultura atende especialmente produtores que não dispõem de janela para culturas como sorgo ou milheto e buscam uma opção rústica e bem adaptada.
O projeto prevê a implantação de uma área piloto entre 3 e 5 mil hectares em Goiás e reforça o potencial das culturas alternativas como caminho para ampliar oportunidades no campo.
Para Braga, a diversificação deve ser encarada como uma decisão estratégica dentro da propriedade rural. “Não se trata apenas de inserir uma nova cultura, mas de planejar o sistema como um todo, buscando reduzir riscos, melhorar o ambiente produtivo e ampliar o potencial das culturas principais ao longo do tempo”, reforça.
Sobre o Grupo Conceito
O Grupo Conceito atua em diversos segmentos no mercado agro do Sudoeste goiano, dentre eles comercialização de insumos agrícolas, com a Conceito Agrícola; armazenagem e comercialização de grãos, com a Conceito Armazém; produção própria de grãos, com a Conceito Fazendas; e mais recentemente venda de semente de soja própria, trazendo genética Brasmax, com a Conceito Sementes, que possui estrutura de armazenagem 100% refrigerada e logística de entrega diferenciada.
Com sede em Rio Verde, o Grupo é um núcleo de conhecimentos, tecnologias, produtos e serviços que facilita a adaptação dos clientes para prosperar em um negócio mais tecnológico e sustentável, trazendo a visão de quem também é produtor e entende as dificuldades e expectativas do campo.
INFORMAÇÕES À IMPRENSA Connectare Comunicação Cláudia Santos – claudia@connectarecomunicacao.com.br – (11) 97663-4001 Flávia Tavares – flavia@connectarecomunicacao.com.br – WhatsApp +1 (872) 801-3557 Lygia Conde – lygia@connectarecomunicacao.com.br – (11) 98331-8336
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Sou Valdei José, jornalista profissional e editor-chefe do Castilho Notícias (News).
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