Polícia Rodoviária Federal Apreende 111 kg de Cocaína em Veículo Clonado na BR-381

Na manhã de quarta-feira, 2 de abril de 2026, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma significativa apreensão de cloridrato de cocaína na BR-381, em Cambuí, Minas Gerais. A droga, que pesava mais de 111 quilogramas e tinha um valor estimado de R$ 5 milhões, foi encontrada durante a abordagem a um veículo envolvido em um acidente de trânsito.

Circunstâncias da Apreensão

O incidente ocorreu no quilômetro 898 da rodovia, onde a equipe da PRF foi chamada para atender a uma saída de pista. Ao chegarem ao local, os policiais notaram que o motorista havia fugido antes da chegada das equipes de resgate e de segurança, e até o momento não foi possível localizá-lo.

Identificação do Veículo Clonado

Durante a fiscalização do veículo, os agentes da PRF identificaram sinais de adulteração nos elementos identificadores, o que indicou que se tratava de um veículo clonado. Essa descoberta levantou suspeitas adicionais sobre a natureza da carga transportada.

Conteúdo da Apreensão

No interior do automóvel, foram encontrados nove sacos plásticos contendo uma substância em pó branco, que totalizava 111,3 kg. Para confirmar a natureza do material, foi realizado um teste preliminar com tiocianato de cobalto, que resultou em uma reação colorimétrica azul, confirmando a presença de cocaína.

Destinação da Droga

Após a confirmação da substância, a droga foi apreendida e encaminhada às autoridades competentes, que darão seguimento aos procedimentos necessários dentro da esfera da polícia judiciária. As investigações continuarão na tentativa de localizar o condutor e descobrir mais informações sobre a origem da carga.

Repercussão e Importância da Ação

Essa apreensão ressalta a importância do trabalho da PRF no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade nas rodovias do país. A atuação rápida e eficaz dos agentes pode evitar que substâncias ilegais cheguem a centros urbanos, contribuindo para a segurança pública.

A operação evidencia não apenas a necessidade de vigilância constante nas estradas, mas também a complexidade das ações criminosas que envolvem o tráfico de entorpecentes, incluindo a clonagem de veículos como uma tática para despistar as autoridades.