Um vigilante de 29 anos foi detido em Castilho, interior de São Paulo, sob a acusação de gravar crianças nuas durante chamadas de vídeo. A prisão ocorreu na quinta-feira, dia 12, após denúncias que apontaram seu envolvimento em atividades de abuso sexual infantil. No entanto, na manhã seguinte, ele foi solto pela Justiça após uma audiência de custódia realizada em Andradina.
Método de abordagem e investigação
De acordo com informações da Polícia Civil, o acusado utilizava redes sociais para aliciar crianças. Após estabelecer contato, ele realizava videochamadas, durante as quais induzia os menores a se despirem. O caso veio à tona quando uma mulher relatou que o vigilante tinha convidado sua filha, de apenas seis anos, para participar dessas ligações.
Apreensões e evidências
Após receber a denúncia, a Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito. Durante a operação, foram encontrados diversos dispositivos eletrônicos, incluindo celulares, computadores e pen drives, além de uma pistola. Em um dos celulares, a equipe policial descobriu conteúdos que confirmavam a prática de violência sexual contra crianças.
Liberdade provisória e desdobramentos do caso
Após a audiência de custódia, o suspeito foi liberado para responder ao processo em liberdade provisória. A Polícia Civil continua investigando o caso, com o objetivo de identificar as vítimas, já que muitos pais podem não estar cientes do que ocorreu com seus filhos. O homem é investigado por estupro de vulnerável.
A importância da vigilância parental
A delegada Michelly da Silva Miliorini, que lidera a investigação na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Andradina, enfatizou a necessidade de os pais monitorarem o que seus filhos acessam na internet. Ela alertou que a supervisão contínua pode ser crucial para prevenir que crianças se tornem vítimas de abusos semelhantes.
Contexto familiar do suspeito
Informações adicionais revelaram que o vigilante possui dois filhos, uma menina de seis anos, que tem síndrome de Down, e um menino de 11 anos. A situação levanta preocupações sobre o impacto do caso na vida familiar e o potencial risco para outras crianças.
Conclusão
O caso do vigilante em Castilho destaca a urgência de medidas de proteção e conscientização sobre o risco de abusos infantis na era digital. A liberação do suspeito gera inquietação na comunidade, enquanto a investigação prossegue em busca de justiça e proteção para as possíveis vítimas.
Fonte: https://g1.globo.com
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