FPA: Análise de Mídia – 01, 02 e 03/03/2026

Análise de Mídia – 02/03/2026 

– Congresso em Foco destaca que o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que o setor produtivo rural trabalhará politicamente para impedir a reeleição do presidente Lula em 2026 e descartou qualquer possibilidade de reaproximação com o atual governo.

“O projeto do agro é tirar o PT do poder. Não existe possibilidade da produção agropecuária do Brasil sobreviver com mais quatro anos de PT”, declarou ao Congresso em Foco.

Leia+: https://bit.ly/3MRSp8k

– Congresso em Foco enfatiza que em entrevista exclusiva, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), criticou a decisão do governo de revogar o Decreto 12.600/2025, que incluía trechos dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização (PND).

Para ele, o recuo após protestos de indígenas representou “fraqueza institucional” e incentiva novas invasões. “Esse recuo da questão do Pará, das hidrovias, é surreal.

Uma ameaça indígena nas redes sociais e o governo ficou de quatro, literalmente, em poucos minutos. Isso só dá garantia para esses movimentos criminosos, invasores, que depredam patrimônio e invadem propriedade alheia, de que eles podem fazer que o governo vai ser conivente.”

Leia+: https://bit.ly/3OWgH1r

– O Congresso em Foco noticia ainda que a proposta de revisão da escala 6×1, que prevê mudanças na jornada tradicional de seis dias de trabalho por um de descanso, entrou no radar da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) como um dos principais focos de preocupação do setor produtivo no Congresso.

Para o presidente da bancada, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), a medida pode provocar desemprego, alta de custos e retração da atividade econômica.

“Isso pode destruir o mercado de trabalho, pode gerar uma série de demissões e aumentar um custo gigantesco. E esse custo, no fim das contas, será repassado ao consumidor”, afirmou em entrevista.

Leia+: https://bit.ly/46xdVpr

– Congresso em Foco enfatiza ainda que o endividamento crescente no campo e a dificuldade de acesso ao crédito rural são, segundo o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion (Republicanos-PR), a maior urgência do setor hoje.

“Nós temos um problema seríssimo de endividamento rural. Isso está crescendo exponencialmente. O produtor ficou ao relento esperando socorro, desesperado”, afirmou.

Leia+: https://bit.ly/405j3gR

– Congresso em Foco acrescenta que às vésperas da análise final do acordo Mercosul-União Europeia pelo Senado, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) negocia com o governo federal a edição de um decreto para neutralizar a trava de 5% imposta pelo Parlamento Europeu ao crescimento das exportações agrícolas brasileiras.

O acordo foi aprovado na quarta-feira (25) pela Câmara dos Deputados com amplo apoio da bancada — apenas o Psol declarou voto contrário.

No Senado, a expectativa é de aprovação rápida e praticamente unânime, com apoio tanto de governistas quanto da oposição, consolidando um raro consenso político em torno da maior área de livre comércio do mundo.

Leia+: https://bit.ly/401KQPp

– Folha de SP destaca que pelo menos 60 entidades empresariais de indústria, comércio, transporte, agropecuária e serviços vão defender que a discussão da jornada de trabalho tenha como foco medidas para preservar os empregos formais, aumentar a produtividade e privilegiar a negociação coletiva.

O grupo também pede que a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da redução da jornada 6×1 ocorra apenas depois das eleições.

“Considera-se recomendável que o aprofundamento desta pauta ocorra fora do ambiente de disputas eleitorais, em momento mais propício à construção de consensos duradouros”, afirma o texto.

O documento, obtido pela Folha, será entregue ao presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, em reunião na terça-feira (3) em Brasília.

Em seguida, eles irão se encontrar com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para levar esse manifesto e demonstrar a preocupação com o tema.
Leia+: https://bit.ly/4u3tWxt – Veja | O encontro de representantes da indústria e parlamentares sobre a PEC do fim da escala 6×1

– Valor destaca que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apresentou resistências à rápida aprovação do acordo sem antes ter uma implementação de salvaguardas para proteger os produtores brasileiros diante das menores taxas de importação de mercadorias europeias.

Com isso, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (27), que o governo federal encaminhou uma proposta de decreto para regulamentar salvaguardas no Acordo UE-Mercosul para a Casa Civil.

Leia+: https://bit.ly/4b0imus

– PlatôBr ressalta que o presidente da FPA (Frente Parlamentar do Agronegócio), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), apresentou um projeto de lei complementar na Câmara para alterar o corte linear de 10% nos benefícios fiscais, aprovado pelo Congresso em dezembro de 2025 e defendido pelo Ministério da Fazenda.

O parlamentar quer isentar do corte os incentivos para insumos agropecuários e para créditos presumidos vinculados à cadeia do agronegócio.

Na justificativa do projeto, Lupion afirma que a redução linear, ao incidir sobre insumos agropecuários e créditos presumidos associados à cadeia do agro, recompõe a carga tributária onde o sistema deveria buscar não cumulatividade, mas sim previsibilidade e neutralidade de custos.

Leia+: https://bit.ly/4smQLL2

– Valor destaca que o Senado vai analisar o acordo de livre comércio entre os blocos econômicos do Mercosul e da União Europeia (UE) na próxima semana.

A discussão do texto vai ser iniciada na Comissão de Relações Exteriores da Casa (CRE) na próxima quarta-feira (4).

Aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 25, a matéria irá, agora, para a CRE e será relatada pela líder do PP no Senado, Tereza Cristina (MS).

A senadora deve apresentar o seu parecer no dia 4. Há uma resistência da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em relação à rápida aprovação do acordo sem antes ter uma implementação de salvaguardas que podem proteger os produtores brasileiros diante das menores taxas de importação de mercadorias europeias.

Nos bastidores, entretanto, não há expectativa de que esse movimento da FPA atrase as tratativas do avanço do acordo no Senado.
Leia+: https://bit.ly/4cVaa0U

– Folha enfatiza que entidades de defesa da transparência pediram ao STF (Supremo Tribunal Federal) medidas para barrar o financiamento com emendas parlamentares de obras de pavimentação de estradas causadoras de desmatamento ilegal e invasão de territórios indígenas, conforme revelado pela Folha na série “Poder e Devastação”.

É a segunda vez que as ONGs Transparência Internacional, Transparência Brasil e Contas Abertas vão ao STF para requerer ações de proteção ao meio ambiente com base nas reportagens da série.

Leia+: https://bit.ly/3MNRsxL

– G1 destaca que o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta sexta-feira (27) que o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul pode entrar em vigor no Brasil até o fim de maio.

“O acordo foi questionado do ponto de vista jurídico e está na Justiça europeia. Mas ela estabeleceu que os países que fizerem a internalização já tem a vigência provisória”, afirmou.

Leia+: https://bit.ly/4cmEb9O

– Folha ressalta que autoridades que operam com o licenciamento ambiental em nível estadual ouvidas pela Folha comemoram a nova lei geral sobre o tema, em vigor desde o último dia 4, mas dizem temer os processos judiciais apresentados ao STF (Supremo Tribunal Federal). No final de 2025, organizações da sociedade civil e partidos políticos entraram com ações em que pedem a declaração de inconstitucionalidade de diversos pontos da legislação.

Após o Congresso derrubar a maior parte dos vetos do presidente Lula (PT) em novembro, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou que o governo federal considerava a possibilidade de questionar a norma no Supremo, algo que não foi feito até o momento.

Leia+: https://bit.ly/4b0h7Lw

– Poder 360 destaca que a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) afirma que o fim da escala 6 X 1 e a redução da jornada semanal para 36 horas podem provocar alta de preços ao consumidor e pressionar o emprego no setor comercial.

A instituição estima um impacto de R$ 122,4 bilhões se a proposta for aprovada no Congresso. Segundo a CNC, a medida exigiria uma reorganização ampla das relações de trabalho, com efeitos relevantes sobre custos, rentabilidade e nível de atividade das empresas.

Leia+: https://bit.ly/4soKluR

– Veja noticia que as exportações do agronegócio brasileiro em 2025 superaram 169 bilhões de dólares — um recorde histórico, com alta de 3% frente a 2024.

O número impressiona, mas a mensagem mais relevante é outra: em um cenário de instabilidade geopolítica e novas barreiras comerciais, o setor busca transformar escala em capacidade de resistir a choques, ampliando mercados e diversificando a pauta para reduzir a dependência de poucos compradores — em especial da China, destino de um terço das exportações do agro brasileiro.

O desempenho foi sustentado pelo crescimento nos volumes embarcados de soja em grãos, milho e proteína animal.

Foi também em 2025 que o Brasil se tornou líder mundial na produção de carne bovina, com 12,4 milhões de toneladas, e manteve o maior volume exportado — 4 milhões de toneladas, que resultaram em quase 18 bilhões de dólares em vendas, segundo estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Leia+: https://bit.ly/4raQ4Dr

– G1 destaca que o petróleo do tipo Brent, referência internacional, avançou 10% neste domingo no mercado de balcão, alcançando cerca de US$ 80 por barril, segundo operadores do setor.

Analistas passaram a projetar que a cotação pode chegar a US$ 100 após os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, que ampliaram o conflito no Oriente Médio.

Na sexta-feira, o Brent já havia fechado a US$ 73 por barril, o maior nível desde julho.

A alta vinha sendo impulsionada pela preocupação com a possibilidade de ataques, que se confirmaram no dia seguinte.
Leia+: https://bit.ly/4sgPvc5  

– CNN Brasil destaca que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem tecnicamente empatados em cenários de primeiro e segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27).

O levantamento desta sexta-feira também analisou três possíveis cenários de segundo turno. No embate entre Lula e Flávio, o senador e primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) surge pela primeira vez numericamente à frente do petista.

Ainda assim, há empate técnico entre ambos.

Leia+: https://bit.ly/3MXT9IP

– O Globo ressalta que presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a 6ª Conferência Nacional das Cidades, que reuniu centenas de representantes de movimento sociais, para falar sobre a campanha presidencial, em um momento em que as pesquisas mostram o crescimento das intenções de voto em Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho de Jair Bolsonaro.

Sem se referir diretamente ao adversário, Lula disse que as pessoas não podem deixar chegar à Presidência quem pode “destruir” políticas públicas.

Durante o evento, em Brasília, o presidente cobrou a mobilização de aliados após citar que produtores rurais conseguem eleger “170 deputados” no Congresso.

Segundo Lula, movimentos populares não elegem o mesmo número de trabalhadores ou mulheres. — Você tem uma bancada ruralista com mais de 170 deputados.

Você tem dois trabalhadores rurais eleitos deputados. Quantos operários tem na Câmara dos Deputados? Dois ou três? Quantas mulheres? Algo está errado na nossa compreensão na hora de votar. E importante que vocês pensem nisso porque vocês sabem o que é o retrocesso. — disse Lula.

Leia +: https://bit.ly/3OGmFDE

– Poder 360 noticia que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mirou as críticas ao discursar neste domingo (1º.mar.2026), na av. Paulista, no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O congressista evitou críticas diretas aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), diferentemente do que fizeram o pastor Silas Malafaia e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que falaram ao público antes. Flávio falou em censura nas redes sociais, operações da Polícia Federal na casa de inocentes e pessoas humildes com tornozeleiras eletrônicas. Não citou o STF.

No final do discurso, o senador afirmou ser a favor do impeachment de ministros do STF que descumprirem a lei, mas que a Corte nunca foi o alvo.

Leia +: https://bit.ly/4sjdZS6

– O Globo ressalta que acabou a indefinição que durou meses: Fernando Haddad será o candidato do PT ao governo de São Paulo. Haddad teve ontem à noite uma conversa com Lula e, finalmente, disse “sim” ao pedido do presidente. Haddad insistia desde sempre— inclusive publicamente, como deixou claro em diversas entrevistas — que o seu projeto para 2026 era atuar na coordenação da campanha de Lula à reeleição.

O “sim” de Haddad acontece no momento mais delicado para Lula desde o ano passado: as pesquisas mostram que Flávio Bolsonaro, lançado pelo pai em dezembro, não só se consolidou como o candidato da direita, como vem crescendo.

Leia +: https://bit.ly/4u4t6QS

– Estadão destaca que o ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que matou o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, desencadeou ataques de retaliação em vários países da região e está repercutindo em todo o mundo.

A violência ligada ao conflito se expandiu neste domingo, 1.º, para um número crescente de lugares, com um balanço de mortos em ascensão.

Ataques israelenses tiveram como alvo Teerã. O Irã disparou drones e mísseis contra Israel e locais ao redor do Golfo, levando três aliados próximos dos EUA a dizerem que estão prontos para defender seus interesses na região.

Os ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã, que começaram no sábado, 28, alimentam temores de uma guerra mais ampla e de danos à economia mundial.
Leia+: https://bit.ly/4rRA1M8
 

Análise de Mídia – 03/03/2026

– CNN Brasil destaca que a FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) comemorou a aprovação do regime de urgência para o PL 2951/2024, que altera regras do seguro rural e reforça a estrutura do PSR (Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural).

Agora, a proposta ganha celeridade por não ter que passar em comissões temáticas e ir direto ao Plenário da Casa.

Segundo a bancada, a medida é uma resposta à pressão do setor por mais previsibilidade diante da recorrência de eventos climáticos extremos e da instabilidade nos recursos destinados à subvenção do seguro.

Para a frente, o atual modelo enfrenta gargalos relacionados à insuficiência orçamentária, insegurança jurídica e falhas de governança, o que compromete o planejamento das safras e o acesso ao crédito.
Leia+: https://bit.ly/46AnALW – Istoé Dinheiro | Câmara aprova urgência para projeto que atualiza marcos legais do seguro rural

– Globo Rural enfatiza que a escalada do conflito no Oriente Médio após os ataques dos EUA e de Israel contra o Irã deve elevar os custos de produção e da logística de exportação do agronegócio brasileiro.

Segundo analistas ouvidos pelo Valor, apesar de não haver previsão de quebra nos embarques de grãos e carnes para a região, a necessidade de novas rotas — com o fechamento do Estreito de Ormuz — , e a provável alta do petróleo e do dólar devem afetar os custos dos exportadores.

O Oriente Médio é um importante destino das carnes de frango e bovina do Brasil, e também tem unidades de empresas como MBRF e JBS. A região é ainda uma grande importadora de milho brasileiro.

Leia+: https://bit.ly/46A4l58

– O Globo destaca que os exportadores brasileiros de proteína animal já avaliam nova rotas para continuar com as exportações para o Oriente Médio após os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, os envios que antes passavam pelo canal de Ormuz e Suez deverão ser redirecionados para rota via Cabo da Boa Esperança, ao sul da África.

“Já está sendo previsto um aumento de custos e também o aumento na demora na entrega dos produtos”, declarou Santin.

Segundo ele, também são analisadas rotas via Turquia e outros portos da região, como Salalah, em Omã. “Tem produtos que estavam indo para lá, e os armadores que já estavam perto do destino no Oriente Médio estão aguardando os desdobramentos desse conflito para que a gente possa ver como vão se refazer as rotas de logística marítima”, completou Santin.

Leia+: https://bit.ly/40Fw15a

– UOL ressalta que uma forte contraofensiva de parte do setor empresarial ajudou a pautar a imprensa após o fim da escala de trabalho 6×1 ganhar tração no Congresso Nacional em meio ao ano eleitoral.

A cobertura do tema, que vinha sendo principalmente em torno de “questões de saúde e direitos” e “política no governo e no Congresso”, passou para “risco macroeconômico”, como resultado da amplificação da tentativa de contenção de parte do setor econômico.

Ao perceber que a batalha sobre a 6×1 seria perdida caso fosse combatida nas redes sociais e no Congresso, os críticos à redução da jornada de 44 para 40 ou 36 horas semanais e ao aumento de um para dois dias de descanso remunerado tentam mudar o palco da guerra para a imprensa.

Leia+: https://bit.ly/3OVjsA2

– Poder 360 destaca que as usinas sucroalcooleiras do Norte e do Nordeste reduziram sua produção de açúcar nesta safra 2025/26 e priorizaram a fabricação de etanol depois que os Estados Unidos impuseram o tarifaço sobre o produto brasileiro, que só foi derrubado na semana retrasada.

As empresas das duas regiões estão no fim das operações desta safra, e já processaram 81,3% da quantidade de canade-açúcar estimada.

Desde 1 de setembro de 2025 a 31 de janeiro, as usinas das duas regiões reduziram em 10,8% a produção de açúcar em relação ao mesmo período da safra passada, para 3,323 milhões de toneladas, de acordo com dados do Ministério da Agricultura compilados e divulgados pela Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia (NovaBio).

Leia+: https://bit.ly/4aWWVdt

– Estadão noticia que no Brasil, o debate em relação à mudança do atual modelo de seis dias de trabalho e um de descanso para cinco dias de trabalho e dois de descanso ganhou força neste ano.

E tem avançado não só por questões econômicas, mas também por fatores políticos. Em uma disputa que promete ser acirrada, a redução da jornada virou uma bandeira da campanha de reeleição do presidente Lula e, com a proximidade da eleição, ganhou tração no Congresso.

No caso brasileiro, uma das grandes preocupações é se a produtividade do trabalhador — que cresce muito pouco há décadas — vai aumentar e compensar o aumento de custo projetado pelos setores afetados.

O que os especialistas dizem e o mundo ensina é que a redução da jornada de trabalho precisa ser amplamente discutida entre trabalhadores e empresários e acompanhada de uma série de medidas para funcionar.
Leia+: https://bit.ly/4rcwFlF

– Estadão destaca que lideranças da oposição começaram a traçar estratégias para barrar o avanço das propostas que preveem o fim da escala 6×1, a principal bandeira eleitoral do governo no Congresso.

O plano busca esvaziar tanto a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que ganhou tração na Câmara quanto o projeto de lei que o Palácio do Planalto pretende enviar ao Congresso sobre o assunto para tentar uma aprovação mais rápida.

Segundo apurou a Coluna do Estadão, o planejamento de parlamentares bolsonaristas e de centro envolve incluir no texto medidas em duas frentes principais: um longo período de transição para a redução da jornada de trabalho e o acréscimo de diversas outras mudanças na legislação.

Leia+: https://bit.ly/4b2jOMU

– G1 ressalta que o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, reiterou seu desejo de ser o candidato à presidência do Brasil pelo PSD nas eleições gerais deste ano.

O gaúcho busca se diferenciar dos seus correligionários Ratinho Júnior, governador do Paraná, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás.

Os três são pré-candidatos do PSD ao Palácio do Planalto e disputam a preferência do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab.

“O que considero me dar um diferencial em relação aos meus colegas, pelos quais tenho muito respeito, é justamente a possibilidade de liderar uma candidatura independente, porque não abracei nas eleições de 2022, nem Lula (PT) nem (Jair) Bolsonaro (PL)”, afirmou Leite.

Leia +: https://bit.ly/4slEqqn

– Poder 360 noticia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) telefonou nesta 2ª feira (2.mar.2026) ao assessor especial para assuntos internacionais, Celso Amorim, para tratar dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, da morte do aiatolá Ali Khamenei e dos possíveis desdobramentos diplomáticos para o Brasil.

A conversa incluiu uma retrospectiva da Declaração de Teerã, acordo firmado em maio de 2010 por Brasil, Irã e Turquia para tentar destravar o impasse em torno do programa nuclear iraniano.

A proposta buscava reduzir tensões, mas acabou rejeitada pelos Estados Unidos e não foi implementada. O governo de Barack Obama avançou com sanções no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

Leia +: https://bit.ly/4b0E4hU

– O Antagonista ressalta que o relator da PEC que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso, deputado Paulo Azi, disse nesta segunda-feira, 2, a O Antagonista, que buscará entender o que o governo Lula (PT) defende como alternativa para o limite de 6×1 e até que ponto ele está disposto a colaborar com seu relatório.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, em conjunto com outra mais antiga, sobre o mesmo tema, de autoria de Reginaldo Lopes (PT-MG).

“A nossa ideia é, nesse início de avaliação dessa proposta, buscar entender quais são as repercussões que esse tema pode trazer em relação ao andamento do assunto no seio da sociedade”, pontuou Paulo Azi.
Leia +: https://bit.ly/4ck7NVh

Análise de Mídia – 04/03/2026

– Valor Econômico destaca que representantes de entidades do setor produtivo e de frentes parlamentares participaram na tarde desta terça-feira (3) de uma reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pedir mais tempo de debate durante a discussão da proposta que coloca fim à escala de trabalho 6×1.

O objetivo é viabilizar contrapartidas de interesse dos empresários. Articulada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), a reunião durou cerca de uma hora e meia e contou também com a presença do economista José Pastore e de lideranças do Senado.

O encontro aconteceu logo após a reunião semanal na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que recebeu a Coalizão de Frentes Produtivas e a entrega do manifesto do setor produtivo pela modernização da jornada de trabalho no Brasil.
Leia +: https://bit.ly/46FZhfz 1. Estadão | Fim da escala 6×1: Entidades do setor produtivo querem preservação do emprego como base para debate

2. Revista Oeste | Fim da escala 6×1 pode fechar até 1,2 milhão de vagas de emprego, afirma estudo

3. O Globo | Escala 6×1: setor produtivo procura Alcolumbre e quer mais tempo para debater mudanças

4. Broadcast Político do Estadão | Entidades empresariais querem protelar votação do fim da escala 6×1 para depois das eleições

5. Congresso em Foco | Setor produtivo cobra debate técnico sobre fim da escala 6×1

6. Portal R7 | Entidades ligadas à indústria publicam manifesto contra redução da escala 6×1

7. Portal Metrópoles | Grupo de parlamentares defende mais debate e adiamento do fim da 6×1

8. CNN Brasil | Empresários e frentes parlamentares reagem à redução da jornada de trabalho

9. Portal Metrópoles | Indústria e comércio defendem adiar análise do fim da 6×1 no Congresso

10. Broadcast Agro, do Estadão | CNI/RICARDO ALBAN: NÃO QUEREMOS DISCUSSÃO AÇODADA DA 6X1 EM ANO ELEITORAL

11. Folha de S. Paulo | Empresariado teme votação sobre jornada 6×1 em ano eleitoral no país

12. Poder 360° | FPE quer adiar votação da PEC que propõe fim da escala 6 x 1

13. Broadcast Agro do Estadão | Fim da escala 6×1: Frentes parlamentares refutam debate ‘às pressas’ e apontam ‘viés eleitoreiro’

14. Canal Rural | Setor produtivo alerta para alta de custos e falta de mão de obra com fim da jornada 6×1

15. Revista Oeste | “O manifesto sobre a escala 6×1 entregue a Alcolumbre pelo setor produtivo”

16. Portal Jota | Entidades empresariais e parlamentares querem adiar redução de jornada de trabalho

17. Jornal de Brasília | Empresariado teme votação sobre jornada 6×1 em ano eleitoral no país

18. CNN Brasil | Não queremos discussão açodada da 6×1 em ano eleitoral, diz presidente da CNI

19. Broadcast do Estadão | Não queremos discussão açodada da 6×1 em ano eleitoral, diz presidente da CNI

20. Portal CBN | Frentes parlamentares produtivas apresentam manifesto sobre mudança na jornada de trabalho

– Estadão divulga também que o senador Rogério Carvalho (PT-SE) afirmou nesta terça-feira, 3, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se comprometeu a abrir o debate na Casa sobre o projeto que acaba com a escala 6×1 (seis dias de trabalho, um de descanso).

A declaração veio depois de Alcolumbre receber representantes de confederações e frentes parlamentares do setor produtivo, como as da agropecuária, da indústria e do comércio.
Leia +: https://bit.ly/46FqgYK
 

– UOL enfatiza que a agropecuária respondeu sozinha por quase um terço de todo o valor adicionado obtido pelo País em 2025, segundo os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Agropecuária contribuiu com 32,8% do valor adicionado total de 2025, seguida pelas indústrias extrativas, que foram responsáveis por 15,3% do valor adicionado total do ano.

As outras atividades de serviços contribuíram com 14,6% do valor adicionado, e Informação e comunicação com uma fatia de 9,4%.

Juntas, as quatro atividades com maiores impulsos concentraram 72% do volume do Valor Adicionado Total de 2025.

Foram atividades menos afetadas pela política monetária contracionista, ressaltou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Leia+: https://bit.ly/3OPeEfC

– Estadão destaca que o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta terça-feira, 3, que não há ninguém no governo federal pensando em compensar as empresas por redução de jornada.

O ganho viria por aumento de produtividade e do ambiente de trabalho. “Eu acho que não tem ninguém no governo pensando nisso (compensar empresas).

O pressuposto da compensação é ganho de produtividade. A redução da jornada tem que vir com ganho de produtividade.

Não faz sentido, na minha opinião, pensar em incentivos fiscais para a redução da jornada de trabalho”, completou.

Marinho afirmou que o governo não descarta enviar um projeto de lei com urgência constitucional para o Congresso sobre o tema.

Leia+: https://bit.ly/3OUzVV9

– Exame enfatiza que a Câmara dos Deputados aprovou no início da madrugada desta terça-feira, 3, um projeto de lei que restringe o uso das palavras “carne”, “leite” e “mel” exclusivamente a produtos de origem animal.

A proposta proíbe alimentos vegetais de utilizarem denominações tradicionalmente associadas à proteína animal, como “carne de soja” ou “leite de castanha”, e seguirá para análise do Senado Federal.

Leia+: https://bit.ly/4r81Q1m

– Agro Estadão destaca que as exportações de carne bovina podem sofrer impactos entre 30% e 40% caso os entraves logísticos, causados pela guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos, não tenham uma solução rápida.

Em entrevista à CNN, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne Bovina (Abiec), Roberto Perosa, disse que o setor acompanha com preocupação a escalada da guerra e os desdobramentos que podem trazer para toda a cadeia produtiva da pecuária brasileira.

Ele explica que só o mercado do Oriente Médio é responsável por cerca de 10% a 15% do consumo de carne bovina produzida no Brasil.

Porém, os impactos ganham maior escala por conta do comprometimento logístico da região, atingindo, em alguns casos, até 40% das exportações brasileiras que passam por lá.

“Podem impactar quase toda a totalidade das carnes que vão para aquela região, então fica de 30% até, em alguns casos, 40% do que a gente exporta do mundo todo pode ser impactado pelos efeitos da guerra”, disse.

Leia+: https://bit.ly/47n0RTP

– Istoé noticia que o Brasil colheu 41,7% da área plantada com soja na safra 2025/26 até o último sábado, 28, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em levantamento semanal de progresso de safra.

A retirada da oleaginosa do campo avançou 9,8 pontos porcentuais em uma semana, mas está atrás dos 48,4% observados em igual período do ano passado.

Os trabalhos estão adiantados em relação à média dos últimos cinco anos, de 38,4%. Entre os principais Estados produtores, Mato Grosso tem a maior área colhida, com 81,3%. Tocantins (47%), Maranhão (9%), Piauí (7%), Bahia (30%), Mato Grosso do Sul (50%), Goiás (39%), Minas Gerais (22%), São Paulo (9%), Paraná (37%) e Santa Catarina (7,8%) também já registram a colheita da safra.

Apenas Rio Grande do Sul ainda não iniciou a retirada da oleaginosa do campo.
Leia+: https://bit.ly/4sHZM1t

– CNN Brasil destaca que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta terça-feira (3) que o debate sobre mudanças na jornada de trabalho no Brasil, incluindo o fim da escala 6×1, seja conduzido por meio de negociação entre trabalhadores, empresários e governo.

Durante o discurso, Lula adotou um tom conciliador e afirmou que a definição de jornadas precisa considerar as diferenças entre categorias profissionais, já que nem todos os setores funcionam da mesma forma.

“O que eu pondero aos dirigentes sindicais e aos empresários é que a gente precisa conversar. Sentar trabalhadores, empresários e governo e estabelecer um princípio de jornada de trabalho”, afirmou.

Leia+: https://bit.ly/4aMrDr0

– Poder 360 ressalta que a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), afirmou nesta 3ª feira (3.mar.2026) que “falta boa vontade” na discussão sobre o fim da escala 6×1 e contestou argumentos de que a redução da jornada de trabalho “vai quebrar” o país.

“Dizer que um país como este não suporta e vai quebrar o fim da escala 6 X 1 é não conhecer a verdade do Brasil. […] Dizer que o Brasil não suporta o fim da escala 6 X 1 é desobedecer a Constituição Federal.

Leia +: https://bit.ly/4rPPCvF

– Gazeta do Povo noticia que o instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (3) uma nova pesquisa de intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026.

A pesquisa foi encomendada pela Record. Foram apresentados um cenário espontâneo e três estimulados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente das intenções de voto em todos os cenários de primeiro turno em que aparece.

A pesquisa também apresentou possibilidades de confrontos no segundo turno, todos com a presença de Lula.

O petista lidera em cinco dos sete cenários, mas aparece tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro (PL) e com Ratinho Junior (PSD).

Leia +: https://bit.ly/3Pd0d54

– BBC News Brasil ressalta que enquanto o Brasil, China e Rússia condenaram, oficialmente, a ação conjunta entre norte-americanos e israelenses iniciada no sábado (28/2), outros integrantes do grupo, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Índia, pouparam os bombardeios de Israel e EUA e condenaram, por sua vez, os ataques com mísseis realizados pelo Irã contra bases norte-americanas localizadas nos países do Golfo Pérsico.

Um diplomata ouvido pela BBC News Brasil em caráter reservado afirma que, nos últimos dias, o governo brasileiro tem feito consultas junto a países do bloco, mas que, por ora, não haveria previsão de uma posição conjunta do bloco sobre o assunto.

Em julho de 2025, quando o Irã também foi alvo de ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel, os Brics chegaram a um acordo e divulgaram uma nota sobre o episódio.

Leia +: https://bit.ly/4spjte5

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