Ex-funcionários e colaboradores da Oi começam a receber indenizações de até R$ 15 mil

Ex-funcionários e colaboradores da Oi começam a receber indenizações de até R$ 15 mil

Ex-funcionários e colaboradores da Oi começaram a receber nesta sexta-feira (6) o pagamento de verbas rescisórias de natureza indenizatória. Nesta primeira etapa, os valores serão distribuídos por meio de rateio proporcional entre os trabalhadores desligados da empresa, classificados pela Justiça como credores extraconcursais.

O limite estabelecido judicialmente é de R$ 15 mil por pessoa. A distribuição considera o valor dos créditos reconhecidos e a disponibilidade de recursos em caixa.

Pagamento foi autorizado pela Justiça do Rio

O início dos repasses foi aprovado pelos administradores judiciais Bruno Rezende e Adriano Pinto Machado e determinado pela juíza Simone Gastesi Chevrand, titular da 7ª Vara Empresarial da Capital.

No processo de recuperação judicial e, posteriormente, de falência da companhia, a Justiça tem priorizado a quitação de direitos trabalhistas de ex-funcionários na destinação dos recursos disponíveis na massa falida. Até o momento, foram destinados R$ 7,8 milhões ao pagamento de verbas salariais e rescisórias de trabalhadores que fizeram parte da empresa.

CPI do Crime Organizado (CPICRIME) realiza oitiva do fundador e ex-presidente do Conselho de Administração da Reag Investimentos. A CPI apura suspeitas de lavagem de dinheiro e uso do comércio de joias para movimentar recursos de facções, além de avaliar a eficácia das políticas públicas de combate à lavagem de dinheiro no País. A finalidade da comissão é apurar a atuação, expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor. Mesa: ex-presidente do Conselho de Administração da Reag Investimentos, João Carlos Falbo Mansur - em pronunciamento. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
CPI do Crime Organizado (CPICRIME) realiza oitiva do fundador e ex-presidente do Conselho de Administração da Reag Investimentos. A CPI apura suspeitas de lavagem de dinheiro e uso do comércio de joias para movimentar recursos de facções, além de avaliar a eficácia das políticas públicas de combate à lavagem de dinheiro no País. A finalidade da comissão é apurar a atuação, expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor. Mesa: ex-presidente do Conselho de Administração da Reag Investimentos, João Carlos Falbo Mansur – em pronunciamento. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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Falência da Oi foi decretada novamente

Em 25 de agosto deste ano, a 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência da Oi. Os desembargadores rejeitaram, por unanimidade, os recursos apresentados pelos bancos credores Bradesco e Itaú e reconheceram, pela segunda vez em menos de um ano, a quebra da companhia.

A falência já havia sido decretada em novembro de 2025, depois que a empresa entrou em um processo de recuperação judicial iniciado em dezembro de 2022. A decisão, porém, foi suspensa após recurso dos bancos credores, o que levou a companhia de telecomunicações a um segundo processo de recuperação judicial.

A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra 26 pessoas acusadas de integrar uma rede criminosa. Foto: Divulgação
A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra 26 pessoas acusadas de integrar uma rede criminosa. Foto: Divulgação

Dívida alcança cerca de 164 mil credores

Os bancos argumentaram que a interrupção das atividades da Oi poderia causar prejuízos irrecuperáveis a credores, clientes e funcionários. Apesar disso, a empresa não conseguiu honrar uma dívida estimada em R$ 44 bilhões, relacionada a aproximadamente 164 mil credores.

Outras notícias de Justiça

Entre os assuntos recentes da área estão a homologação, por Fachin, da delação de um investigado no caso Master, a decisão que rejeitou uma ação de improbidade contra Bolsonaro e a notícia de que uma médica foi denunciada à Justiça após a morte de uma paciente em lipoescultura.

Mais conteúdos da EBC

Na programação da EBC, a Radioagência Nacional informou que novas ameaças de bombas causaram transtornos em aeroportos da Europa. A programação das Rádios EBC também está disponível on-line.

Na televisão, é possível assistir na íntegra ao Repórter Brasil Tarde de 6 de novembro de 2026, exibido pela TV Brasil.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br